Premiada entre as 100 melhores DJanes do país, Andreza Mattos é atração confirmada nos melhores clubs e festas do país passando por marcas que vão desde Café de la Musique, Sirena, Glamour, I’m Free Tonight entre outras.
Suas apresentações já foram assistidas em mais de 90 cidades, de norte a sul do país contando com 4 turnês internacionais. Passando por Assunção/Paraguai (2013/2014) em 2017, Buenos Aires nos clubs VITA e La Calle, e é recém chegada de sua mais nova turnê por Santiago no Chile.
Andreza Mattos traz a essência do House Music a cada apresentação; Com alegria, animação e muitos sorrisos que é o que gosta de ver logo à frente de seus decks e, para isto, sabe exatamente qual a fórmula.
Ban Schiavon é um dos DJs e empreendedores mais respeitados do país, com mais de 20 anos de uma brilhante e versátil carreira. Desde o início da década de 90, DJ Ban, antes conhecido como Bunnys, chegou para somar e fazer a diferença no mercado, sempre mesclando um infinidade de serviços a favor da Dance Music. Seu objetivo sempre foi inovar! Seja através de sua personalidade única como DJ em seus sets contagiantes, como radialista participando do primeiro programa de música eletrônica conceitual do rádio (Sound Factory / 1994), ou como prestador de serviços e comércio em sua empresa, que é referência em todo o Brasil. 2012 é o ano em que Ban volta as ondas do rádio através do Programa Clubtronic da Energia 97 FM, todas as terças 00h30. Apaixonado por música, Ban é eclético. Em seu site e algumas festas, Ban destaca a música em si, logo, é possível conferir um pouco das músicas que vivenciou e passa a seus ouvintes, seja clássicos dos anos 70, 80, 90 ou as novas tendências de seu estilo atuando como DJ profissional, passando pelo House, Deep House, Tech House e Techno. Ban também se dedicou à produção de eventos. Foi responsável pelos trios Elétricos em duas edições da “Parada da Paz”, eventos que reuniram 200 mil pessoas por edição, criou e coordenou o E-Force que durou de 2001 a 2004. Uma de suas maiores conquistas aconteceu em 2001 quando Ban criou o que seria o primeiro espaço no Brasil com cursos de DJ, Produção Musical, salas de treino e gravação de sets, salas para workshops e venda de discos: A DJBan, que também atua desde 2005 como loja especializada para DJs e Produtores. Em sua carreira como DJ, tocou em casas noturnas que foram consideradas as mais importantes para a cena no país e também na Europa, onde tem constantes apresentações. Como resultado de seu incessante trabalho, Ban foi candidato a melhor DJ de Tech House / Techno no DJ Sound Awards em 2004, 2005, 2006 e 2007, conquistando o prêmio em 2010. Alavancando a carreira na Produção, Ban tem projeto com seu parceiro Renê Castanho, formando a dupla “Pe & Ban”, lançando músicas pelos principais selos do mundo. Toda essa trajetória é transmitida com muita emoção nas pistas. A paixão de Ban pela música é visível a cada uma carinhosamente selecionada, e a cada virada perfeitamente realizada. O resultado de tudo isso é uma pista surpreendentemente vibrante e referência no que faz.
A cena eletrônica brasileira nunca esteve tão em evidência como nos dias de hoje. E tudo isso, começou a se desenhar há 4 anos atrás com a ascensão de Marky na cena paulista e, mais precisamente, no ano passado, no mundo com sua residência fixada no Club La Rumba em Londres. Pois é, o Brasil, que antes era ignorado no mapa, agora passa a ser rota obrigatória para todos os Top DJs do mundo. E se antes, o mais difícil era exportar, quem imaginaria que pudéssemos importar?
Por incrível que pareça, Makston Motobe, mais conhecido como Tom Hopkins, começou esta trajetória na contra-mão, ou seja, fez sucesso primeiro no Japão para depois retornar ao Brasil. Na verdade, DJ Tom Hopkins é paulista e começou sua vida noturna ainda em 1986 sob a batuta do renomado DJ Décio (Foca) – residente, então, na já extinta “Contra-Mão”. Naquela época, bandas como New Order e Depeche Mode começavam a flertar com a cena eletrônica, construindo um novo formato na qual Tom e alguns poucos DJs paulistas e cariocas viriam ser os percusores.
Era o início da cultura DJ. Um novo modo de se comportar e interagir com o público e pista, bem diferentes das quais as pessoas estavam acostumadas naqueles tempos.
Da “Millenium”, passando pela “Hipodromo”, “Sound Factory” e “Zoom”, foram 8 anos de experiência adquirida, além de performances memoráveis ao lado de DJs como Mark, Edu, Rebert, Serginho e Celsinho, em festas que contagiaram milhares de pessoas com suas mixagens precisas e sua seleção de primeira.
Porém, foi em 1995, com sua mudança para o Japão, que tudo começou a ganhar forma. Pois, nem ele mesmo poderia imaginar o que estava por vir. Foi com sua técnica ímpar que ele foi logo fazendo barulho por lá. Seu ciclo, na terra do sol nascente, começou na cidade de Kanagawa na tradicional “Over Night”, onde foi residente por três anos. A cidade de Gunma foi a próxima parada na também “Over Night”m seguida depois por muitos outros clubs como a “Brazilian Grafitti” ( Nagoya ), “Contra-Mão”( Osaka ), “Muvuca”( Tokyo ), “Connection” ( Nagano ), “Brazil Paradise”( Nagano ) e “Catedral” ( Hamamatsu ).
Paralelo as suas performances como DJ, e sempre ligado a cultura brasilis, Tom era também um dos responsáveis pela apresentação de artistas brasileiros para aquelas bandas. Foi assim com “Ivan Lins”, “Claudinho e Buchecha”, “DJ Ricardo Guedes”, “Tiazinha”, entre tantos outros que agitaram a cena japonesa e que deram cada vez mais crédito ao DJ perante a mídia japonesa. Além disso, participou nas produções de alguns programas para o canal IPC TV, que é associada à TV Globo e que transmite a programação para a colônia brasileira.
Como um bom filho a casa retorna, Tom Hopkins, seduzido pelo sucesso que nossa cena tupiniquim está vivendo, e aproveitando seu status de Top DJ no Japão, retornou ao ao Brasil no final de 2000 para dar continuidade a boa fase. Sua vida no Japão, foi-lhe muito útil para acrescentar um ‘Algo mais’ em sua cultura musical já tomada pelo House. Mais isso não significa que ele ‘detone’ apenas estes estilos.
Suas performances também flertam com Dance, agindo como se fosse um verdadeiro camaleão. O que a pista quer, ele toca.
Influênciado por renomados DJs como Paul Oakenfold, Sash, Tony Humphries entre outros, Tom lança ( e assina a co-produção ), denominada TOP TEN DJS via Paradoxx Music, ao lado de grandes DJs brasileiros, como Tchorta(Sect) e Zé Pedro, Ronaldinho, Ronaldo Gasparian, Rogerinho e Kezinho . Sua faixa é “Clap Your Hands” no rítmo techno para bombar sua pista.
DJ Tom Hopkins também fez parte da equipe da Revista Dj Sound, mixou mais de 1 ano o programa Metro Mix pela rádio Metropolitana FM-SP e atualmente faz seu “Set”na rádio Energia 97 dentro do programa Comando 97 aos sextas, além de participar em eventos importantes da rádio como o Club Tronic Live que em sua última edição reuniu mais de 50.000 pessoas e viaja por todo Brasil detonando em seus “Sets” recheado de hit. Tom também atua no departamento de marketing e divulgação, atendendo os djs de todo Brasil na maior gravadora de Dance Music a Building Records. Participou das 4 edições do maior evento de dance music da américa latina – O Planet Pop Festival reunindo mais de 45.000 pessoas em suas 4 edições na Via Funchal em São Paulo.
Atuando como produtor, DJ Tom Hopkins, produziu a nova versão para Livin´On A Prayer do Bon Jovi, sendo assim Tom assina sua produção de 2004 como Dalimas – Livin´On A Prayer ( Tom Hopkins Remix )… Enjoy!!! Vale lembrar que o single “Sweet Child O´Mine” também foi produzido por DJ Tom Hopkins & Rowbeat.
Atualmente Tom Hopkins lidera o seu mais novo projeto em parceria com os produtores Gino Martini ( GM ), Double You e Cassioplay – para a música Can´t Get You ( out of my life ) interpretada por Giovana Félix. O Single chega ao mercado fonográfico com 7 versões e já é sucesso nas principais pistas de todo Brasil. Acaba de ser lançado o 2o single deste maravilhoso projeto “Everybody´s Grooving” … 100% dance music. Tom Hopkins também foi indicado como melhor dj na categoria dance pela revista DJ Sound, além de estar as quartas-feiras no programa Superpop c/ Luciana Gimenez pela Redetv.
Tudo isso serve para mostrar que nossa cena não acaba de ganhar apenas mais um nome. Mas um personagem que pode mudar ainda muita coisa. E, quem sabe, consagrar definitivamente, o Brasil como grande ‘fabricante’ de DJs
Mauricio S. ,conhecido por sua abragencia e feeling de house a techouse, além de ótimas interações e técnicas de mixagens.Indicado a DjSoundAwards 2012 / 2013 / 2014 /2015.
Mauricio S. atualmente vem se destacando em outros segmentos ,por seu repertório fino e elegante da House Music, ganhou notoriedade por lojas e marcas famosas . Artista se apresentou no lançamento do novo Audi A3 Sportback no shopping JK ( São Paulo) , Coca Cola Clothing Shopping Dom Pedro Campinas ,etc Seus sets precisos e eletrizantes já fizeram muitas pistas irem ao delírio. Uma lista extensa de apresentações em eventos , clubs ,festas somam a sua carreira
Marcou presença em alguns locais como;
– Twisti –São Paulo – Chers – São Paulo – Beatnicks ( São Carlos) – Que Vá – (São Carlos) – Zoff Club ( Indaiatuba) – On Off Club (Araraquara) – Cervejaria Bohemia – Varginha MG – ZoeDinnig – São Carlos – Marcenaria – Guaxupe – Expoloungee – Guaxupe – Candy Club ( SJBoaVista – SP) – El Divino Fantasy – Red Eventos – Jaguariúna – Sky rave – Kaisertronic – Oasis Lounge -Sao Jose Rio Pardo SP – Mahal – Tambau ( SP) -Globo – Sao Paulo ( SP) -SBT – Sao Paulo (SP)
– Fusion – Rancho Heineken – Leme – Makaboo – BadenBaden – Republikka( Birigui) – Armazem( Guaxupé) – Sta Rosa – Poços de Caldas – Vullkano – Poços de caldas – Marcenaria – Sbb disco club( Vargem gde Sul – SP) – Led – Poços de Caldas (MG) – Fabrika- Pouso Alegre ( MG) – Dancing beer ( Sto André – SP ) – Lunah bar n dj ( S José R Pardo – SP) – Amnesya( SãoJoão Boa Vista – SP) –
– Eapic( Rancho n 1 ) – Expoagro ( Guaxupé ) – O Santo – Rio Branco – Andradas – Fantasia -Poço Fundo – Baobá – Poços de Caldas – BanzaiLoungee – Mococa – Sky Lounge – Poços de Caldas – ClubeAiuruoca – Jovem pan Campinas – Jovem Pan São joão da Boa Vista – Jovem Pan São José R. Pardo – Samania -Ribeirão Preto – Colt – Poços de Caldas – Led – Araraquara (SP) – Tia Nena – Mogi Guaçu ( SP)
Em 1950 Pierre Schaeffer já fazia música misturando sons de instrumentos com sons gravados de passos, carros, etc…, Mas o responsável pela primeira gravação de eletrônica é Edgar Varesse’s Desert, em 1954. Em 1967 foi lançado o primeiro álbum de música eletrônica, por um grupo chamado Silver Apples. No entanto, apenas no início dos anos 70 surgiram os considerados pioneiros legítimos do gênero na sua fórmula atual: o Kraftwerk, grupo Alemão totalmente eletrônico que lançou em 1977 o antológico Trans Europe Express. Logo surgiram alguns dos representantes mais importantes como o New Order (inventando a eletronic dance music), Depeche Mode, Front 242 (dark electronic) e tantos outros que, somando outras influências deram origem ao Techno, House, Drum’n’Bass e todos os outros gêneros tão familiares para nós atualmente.
Alguns lugares do mundo poderiam ser chamados de berços dos estilos da eletrônica. Em Detroit, no início dos anos 80, foi criado o Techno, nos arredores da Alemanha nasceu o Trance e em Chicago surgiu o House. A partir daí fica difícil distinguir onde surgiu o que, já que as influências começaram a vir de toda parte, criando inúmeros gêneros novos que não param de surgir até os dias de hoje.
No Brasil a cena começou totalmente underground. As casas que tinham esse estilo eram poucas, e muitos dos gay-clubs começaram a tocar eletrônica, portanto a música eletrônica foi recebida com um certo preconceito. Casas que marcaram o início do movimento foram o Hell’s Club e o Sra.Krawitz. Atualmente, boas representações são A Loca, onde toca gente como Ana e David e Marcos Morcef; e o Club A que costuma abrigar festas eletrônicas com gente boa e conhecida. O responsável pela primeira gravação de eletrônica é Edgar Varesse’s Desert, em 1954 Gêneros, estilos e DJ’s
House
Na metade dos anos 80, Djs de Chicago e Nova York começaram a mixar músicas do Kraftwerk, que misturavam velhas músicas de discos e soul, junto com o som de um novo aparelho eletrônico: a bateria eletrônica BOB da Roland. O som limpo desses drums, combinado com as delicadas vozes do soul, levantou as festas com uma energia inacreditável.
Foi batizada com o nome de House, pois foi na discoteca The Warehouse de Chicago onde este tipo de música entrou em cena pela primeira vez. Este gênero foi evoluindo e adquirindo esse som ¨feliz¨ que é sua principal característica, como acordes de piano, vocais femininos, linhas de baixo movimentadas e BPM entre 133 e 137.
Este estilo chegou ao seu auge no final dos anos 90, dando início a todos os demais gêneros dentro do estilo house que incluem mutações em os prefixos deep, funky, vocal, filtered, hard, dub e tek. E esses são apenas alguns.
Curiosidade: A música popularmente chamada de ¨Dance¨ geralmente se enquadra dentro do estilo House e não dentro de estilo Techno como muitas pessoas pensam.
Estilo
A galera que curte o house é, geralmente, aquele pessoal que vive mais no mundinho fashion. Portanto essa tribo tem o hábito de sempre vestir a marca do que está acontecendo atualmente na moda. Predominância do preto com acessórios diferentes e coloridos.
Techno
O techno surgiu no início dos anos 80. Foram grupos como Kraftwerk, Parliament Funkadelic, Afrika Bambaataa e Cybotron, os que criaram as bases da sonoridade eletrônica que a caracteriza. O techno se atribui à cidade de Detroit, onde grupos como Model 500, tornaram característico o som eletrônico gerado com instrumentos analógicos, como o Roland Tr-808. Composto de batidas secas, repetitivas e sem vocais, costuma ter 130 a 140 BPM. O techno de Detroit conseguiu ser divulgado no Inglaterra e acabou adquirindo tons um pouco mais fortes, transformando-se finalmente em novos gêneros musicais, como o Acid Techno (que incorpora o Acid da TB-303), o TekHouse (misturado com House), o HardTekno (mais forte), entre outros.
Estilo
Com roupas extremamente básicas, jeans, camisetas, roupas pretas e uma determinada atitude antimoda. O pessoal do techno costuma não fazer muito o tipo antenado na moda, mas faz questão de ostentar piercings assim como tatuagens e muitas vezes cabelos coloridos.
Drum’n’Bass
Originalmente a variante da música eletrônica denominada Jungle é uma música cuja base rítmica são samplers oriundos do hip-hop e do reggae, acelerados e manipulados, predominando a utilização de vários instrumentos de percussão sobre uma base geralmente feita com baixos fortes e prolongados. O estilo Drum’n’Bass adquiriu também algumas das influências mais escuras para inspirar outros estilos menos conhecidos e difundidos, como o DarlStep (escuro e meio industrial), o TechStep (extremamente sintético), o JazzStep (bem melódico e com influências jazzy), o Jump-up (muito agitada e simples sem que deixe de ser ao mesmo tempo bem forte) e outros.
Estilo
Street-wear define o estilo do Drum’n’Bass. Moletons, calças amplas, bonés, jaquetas esportivas… Pode ter certeza de que você está vendo um fã do Drum’n’Bass.
Trance
O trance é um estilo criado do techno, só que um pouco mais suave e muito mais melódico. Texturas se sobrepõem às batidas, o som é mais viajante, com menos groove. Não tem as vozes características e já conhecidas do house, mas conserva muito bem a sensação ¨feliz¨ existente nele. Sua progressão característica faz com que esse ritmo seja extremamente dançante e fácil de digerir fazendo assim um grande sucesso nas raves que ralam por aí. Ficou rapidamente conhecido em toda a Europa e deu origem a outros subgêneros bem interessantes como o Acid Trance e o Hard Trance (ainda mais forte que o original).